quinta-feira, 30 de junho de 2016

João Paulo Mesquita Simões











Sabia que os complexos de tocas dos texugos se podem estender por centenas de metros e que são com frequência passados de geração em geração? Este selo faz parte da emissão “Mamíferos Predadores”. Conheça a pagela: http://bit.ly/Pagela_MamíferosPredadores

 
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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Região Central de Porto Alegre/RS Foto: Radio Guaiba
Conto de Weverton Galease

  A energia elétrica acabou no exato instante em que Lupércio abriu o microondas para esquentar o prato feito com comida fria, que acabava de tirar da geladeira. Pensou que seria um apagão rápido, mas os minutos se passaram e nada de a energia voltar. A impressão de que era algo mais grave foi confirmada em mensagem no Whats: todos os semáforos da cidade deixaram de funcionar e o trânsito estava uma calamidade. 
  
  Lupércio tinha que ir para o trabalho depois de almoçar. Sem estômago para encarar a comida fria, devolveu o prato à geladeira, agora desligada, e enganou a fome com umas frutas. E lembrou que não poderia sair do prédio porque não sabia acionar o mecanismo manual que abria a garagem. 
  
  Preocupado, desceu as escadas. Ainda bem que morava em prédio de quatro andares, sem elevador. Para sua surpresa, outro morador abriu a garagem. O portão de saída ficou apenas encostado, o que era uma temeridade em situação normal. 
  
  Na rua, como o Whats acabava de alertar, o trânsito estava confuso. Era espantoso, pensou Lupércio, quanto as pessoas dependiam de um conjunto de códigos para um mínimo de organização. Precisavam da orientação de sinais, de cores, de indicações dos sentidos de direção. E, como nada disso funcionava nessa hora, motoristas e pedestres apelavam para o bom senso. 
  
  Antes de se dirigir ao trabalho, Lupércio precisou ir ao centro da cidade para efetuar um pagamento. Surpreendeu-se com uma certa organização no momento de cruzar as duas pistas da avenida marginal, a principal via da cidade. 
  
  Um carro avançou no espaço vazio, outros seguiram no vácuo, formando um comboio, e os que vinham em sentido contrário reduziram a velocidade e aguardaram a passagem do grupo de veículos. Não havia agente de trânsito no local. 
  
  Lupércio seguia nesse grupo. Estava satisfeito, porque previu acidentes e até então nada parecido aconteceu. Era como se o caos obrigasse os motoristas à necessidade de um respeito mútuo que, em condições normais, nem sempre praticavam. 
  
  O trânsito se complicou cada vez mais e Lupércio não conseguiu chegar ao endereço pretendido. Acabou chegando meia hora atrasado. Na perdição do trânsito, não conseguira ter ideia do tamanho do apagão. Só teve conhecimento de que a situação era muito mais grave quando entrou na sua seção de trabalho. O contato com outras pessoas compõe um conjunto de diferentes histórias e isso cria uma espécie de central de informações. 
  
  E, nessa hora, o que era preocupação ganhou contornos de calamidade. Chuvas com rajadas de vento em muitas regiões tinham derrubado várias torres de transmissão de energia. A vida parou em dezenas de municípios. Caiu a internet. O Whats saiu do ar. Impossível fazer ligação no celular. Só o telefone fixo funcionava, o bom e velho telefone fixo. O abastecimento de água também foi interrompido. 
  
  E agora, o que fazer sem internet? A rotina de trabalho ficou prejudicada, apesar de a empresa contar com o recurso de um gerador de energia. A dúvida era quanto ao tempo de autonomia do equipamento. As notícias eram de que não havia previsão para a normalização do caos. 
  
  O alcance de cada um vai até aonde a vista alcança e os ouvidos captam os ruídos. Cada colega de trabalho que vinha da rua relatava uma experiência diferente. "Agora voltamos ao que era antes: sem televisão, sem Whats, sem Netflix, sem celular, sem notícias de Brasília, sem Lava Jato", disse uma colega da mesa em frente. "A ordem é ir direto para casa, dormir mais cedo", disse outra mulher. "E como vou fazer para tomar banho?", perguntou uma terceira. 
  
  O chefe, na mesa central, estava decepcionado porque tinha armazenado grande quantidade de picanha para um almoço especial no dia seguinte e lamentava a perda de toda a carne. "Como tudo é tão frágil", alguém comentou. 
  
  Lupércio pensou no quanto eram reduzidos esses transtornos se comparados aos grandes estragos. Imagine, pensou, as cirurgias que estão sendo realizadas agora. E a aflição da mãe que buscou o filho na escola, não o viu porque ele encontrou um transporte alternativo e os dois não tinham como se comunicar para esclarecer o desencontro. 
  
  E alguém que acabava de sofrer um acidente e não tinha como chamar o Samu. E o infeliz que ficou preso no elevador, parado entre um andar e outro, imagine a sensação de asfixia. E o cadeirante que mora no último andar de um edifício e depende de ajuda para voltar ao apartamento porque na sua condição é impossível subir as escadas. E quem morreu ou perdeu casas destruídas pelas rajadas de vento. 
  
  Alta noite, perto da hora de sair do trabalho, Lupércio ouviu o alerta de uma colega da mesa ao lado: "Nada de ficar andando pela rua, é perigoso, vá direto pra casa." "Perigosa é a vida", pensou Lupércio, sem coragem de verbalizar essas palavras. Passava da meia-noite quando ele deixou o estacionamento da empresa e começou a percorrer as ruas. A escuridão era total. Ninguém à vista. Nenhum bar ou posto de gasolina abertos. Tudo fechado. Como se houvesse um acordo coletivo, todos estavam recolhidos. 
  
  Os faróis do carro abriam caminho no asfalto selvagem. Lupércio cruzou com um carro de polícia e uma ambulância. Havia medo de saques. Havia tensão nas cadeias por causa das condições propícias para fugas e rebeliões. Parecia cenário de guerra, quando todo mundo apaga as luzes temendo bombardeios noturnos. 
  
  Lupércio percorreu várias ruas e avenidas, como se urdisse um labirinto. A sensação de aventura era indescritível. Sem vontade de voltar para a solidão do apartamento, acelerou o carro no rumo da rodovia, curtindo a adrenalina de ameaça e perigo no fundo da noite mais escura. 
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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Foto: do blog http://concisoecoeso.blogspot.com.br , de Marcia Moreira


Crônica de Gustavo do Carmo

Um dos primeiros trabalhos de avaliação que eu tive de fazer na faculdade de jornalismo foi procurar erros de português nos textos dos jornais cariocas. O professor de Língua Portuguesa da FACHA, André Valente, fez um sorteio para determinar qual jornal cada grupo se encarregaria de analisar.
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sábado, 25 de junho de 2016


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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Por dudu oliva






Para onde corre essa corça escrita pelo bosque escrito?
Vai beber da água escrita
que lhe copia o focinho como papel-carbono?
Por que ergue a cabeça, será que ouve algo?
Apoiado sobre as quatro patas emprestadas da verdade
sob meus dedos apura o ouvido.
Silêncio — também esta palavra ressoa pelo papel
e afasta
os ramos que a palavra “bosque” originou.

Na folha branca se aprontam para o salto
as letras que podem se alojar mal
as frases acossantes,
perante as quais não haverá saída.

Numa gota de tinta há um bom estoque
de caçadores de olho semicerrado
prontos a correr pena abaixo,
rodear a corça, preparar o tiro.

Esquecem-se de que isso não é a vida.
Outras leis, preto no branco aqui vigoram.
Um pestanejar vai durar quanto eu quiser,
e se deixar dividir em pequenas eternidades
cheias de balas suspensas no voo.

Para sempre se eu assim dispuser nada aqui acontece.
Sem meu querer nenhuma folha cai
nem um caniço se curva sob o ponto final de um casco.

Existe então um mundo assim
sobre o qual exerço um destino independente?
Um tempo que enlaço com correntes de signos?
Uma existência perene por meu comando?

A alegria da escrita.
O poder de preservar.
A vingança da mão mortal.

SZYMBORSKA Wisława. “A alegria da escrita”. In: Poemas, seleção, tradução e prefácio de Regina Prybycien. Companhia das Letras, São Paulo – 2011. p. p. 36, 37.



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quinta-feira, 23 de junho de 2016





João Paulo Mesquita Simões















O Cante Alentejano é considerado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2014. Os
selos desta emissão refletem um pormenor do traje masculino do Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa e um pormenor do traje feminino do Grupo Coral Feminino de Cantes de Alcáçovas. 
O Cante Alentejano é uma manifestação musical cujo único instrumento é a voz humana e é interpretado sem distinção de género ou de demografia. Os seus intérpretes executam-no de forma organizada ou informalmente. Os ranchos ou corais, a sua forma mais organizada, podem ser masculinos, femininos ou mistos, apenas de adultos, de crianças ou envolvendo uma demografia diversa.
O Cante está associado ao Sul de Portugal, principalmente o Baixo Alentejo, mas hoje, a sua geografia ultrapassa estra região pois podemos também encontrá-lo no Algarve, Alentejo Litoral, Central, e Alto Alentejo, assim como nas periferias das cidades de Setúbal e Lisboa.  
Os investigadores divergem em relação à origem do Cante: pode afirma-se, contudo, que o género evoluiu ao longo do século XX. Esteticamente, os grupos podem ser agrupados em etnográficos, os associados à industrialização ou ao movimento orfeónico. Os grupos mais jovens têm trajes mais simples.
Com esta emissão, os CTT evocam a identidade alentejana e com ela o cante alentejano que tem vindo a reinventar-se ao longo dos tempos, sendo por isso mesmo considerado Património Imaterial da Humanidade.  
Esta emissão é composta por dois selos, um com o valor facial de 0,47€ e uma tiragem de 135 000 exemplares cada e outro com o valor facial de 0,80€ e uma tiragem de 115 exemplares cada; e um bloco com dois selos, com o valor de 2,00€ e uma tiragem de 40 000 exemplares. 

In: https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/comunicacao-e-patrocinios/media/noticias/ctt-homenageiam-cante-alentejano-com-emissao-filatelica

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quarta-feira, 22 de junho de 2016



 É certo dizer que você leitor do 'Tudo Cultural' já leu algum livro da época ou sobre a Segunda Guerra Mundial, pois bem, este título que vos trago, deriva-se desta época, porém, a meu ver é algo diferente, que vai mexer com seus pensamentos, vale a pena ler este post e compartilhar.



 Como foi escrito este livro? Pois bem, Don e Petie Kladstrup, tiveram a honra e tarefa de entrevistar produtores de vinhos na França, o mais curioso, é que eles não caíram na tentação de fazer um livro de ficção juntando as diversas histórias daquela época, o livro além de mostrar capítulos desconhecidos da Segunda Guerra Mundial, levanta várias questões, como a que faz nos perguntar nos tempos atuais, porque Hitler saqueou o máximo de vinhos do território francês, sendo que ele mesmo detestava a bebida? Aliás, Hitler, não sabe o que perdeu.

 Os dois autores narram as duras condições impostas aos produtores de vinhos franceses pelos ocupantes alemães, foram entrevistados pessoas ainda vivas daquele tempo e descendentes. O livro também mostra a ação da resistência francesa nas zonas vinícolas da França, com as constantes sabotagens que tanto irritavam os alemães. Sem falar nos produtores de vinho que ajudam a resistência. Uma das histórias do livro fala sobre um produtor de vinho francês que precisava levar uma encomenda de vinho até a zona livre (ou zona não ocupada). Em algumas de suas viagens, levava pessoas escondidas em seus barris de vinho até a zona livre, para de lá fugirem para Londres, para juntar-se às Forças Francesas Livres, comandadas pelo general Charles de Gaulle.
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COLHEITA EM CHAMPAGHNE, 1941 (Foto :ACERVO SEGUNDA GUERRA MUNDIAL)



  Durante a narrativa, não é difícil encontrar passagens engraçadas sobre as sabotagens da resistência e dos próprios franceses aos alemães, como a história do porquinho chamado "Adolf" e dos soldados alemães que beberam laxante puro, pensando ser Gim. Porém, o livro nos mostra também muitas passagens tristes e obscuras da ocupação: os saques e o colaboracionismo. 
  Os produtores de vinho franceses, com medo de que seus melhores vinhos fossem saqueados e passassem a figurar na adega de Hermann Göring – o gordo bonachão que liderava a Luftwaffe (força aérea alemã) – construíam paredes para esconder seus vinhos, dos quais muitos eram raridades, dos nazistas. 
  Já o colaboracionismo é tratado de forma muito delicada no livro, já que muitas pessoas se recusam a falar sobre esse assunto na França atualmente e não é para tanto. Estima-se que pelo menos 200.000 pessoas foram levadas aos tribunais franceses acusadas de colaborar com o inimigo. Além disso, vemos a história dos prisioneiros de guerra franceses no campo de prisioneiros, que era muito diferente de um campo de concentração, já que os prisioneiros de guerra não eram submetidos aos trabalhos forçados, e dos homens alsacianos, que eram obrigados a servir ao exército alemão.

 O livro contém 254 páginas, na versão em português da editora Jorge Zahar, 2002, o preço varia entre 30 e 55 reais. Eu recomendo a leitura, é ótima para quem gosta de literaturas da Segunda Guerra Mundial, para quem gosta das histórias que envolvem o vinho e para quem gosta de um bom livro.


                                           Resumo e Publicação : Weverton Galease
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segunda-feira, 20 de junho de 2016



Conto de Gustavo do Carmo

Hélio e Hérica foram feitos um para o outro. Hélio levou anos para se convencer disso. Conheceram-se na pós-graduação de cinema. Hérica ainda namorava o terceiro namorado quando iniciou o curso. Hélio era virgem. Virgem de tudo: boca, sexo e experiência de vida.

Ele passou trinta anos sem ter uma única namorada. Só teve decepções amorosas. Amores platônicos. Viu primos, amigos e irmã se casarem e terem filhos. Culpavam-no de nunca sair de casa e nem freqüentar danceterias. Como se fosse fácil conquistar uma mulher em uma boate. Odiava o ambiente escuro, piscante e barulhento das discotecas. Ele não se sentia obrigado a freqüentar isso só para conquistar alguém.
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sábado, 18 de junho de 2016

 Hoje é sábado, será que você receberá uma visita em sua casa ou será convidado para um happy hour?
 Pois bem, estava lendo por aí e pesquisei com enólogos, os melhores vinhos, para as ocasiões mais inesperadas (ou já marcadas), para que você leitor, o meu amigo Gustavo, e eu, não fiquemos perdidos no que servir em uma emergência.
 Decidi não exibir preços das marcas abaixo, pois como temos um alcance de leitores de vários lugares, há uma imensa variação de preços, dependendo de sua região residencial.
 Então vamos lá!
Quero um vinho mais leve, mas precisa ser tinto
Sabe aquele dia que pede um vinho tinto mais leve? Estas sugestões dão conta do recado. São vinhos com taninos macios e acidez equilibrada, que não pesam no paladar. Daqueles exemplares que só sentimos que acabou quando termina a última gota.
Danger Point Cabernet Sauvignon Merlot 2014Danger Point Cabernet Sauvignon Merlot 2014 – Sul-africano que não passa por envelhecimento em madeira, o que garante notas predominantemente frutadas no aroma. No paladar, é saboroso e mostra ótimo equilíbrio.
Bobal Desanjuan DOP 2011Bobal Desanjuan DOP 2011 – Produzido com a Bobal, uma uva espanhola bastante cultivada em seu país, é um vinho ótimo tanto para harmonizações quanto para ser degustado sozinho.
Vou receber convidados em casa em um happy hour e só terão tira-gostos
Nem sempre queremos pensar em harmonizações, às vezes, basta aproveitar o momento de bate-papo com os amigos. Então, para essas ocasiões, sugiro:
Espumante Gran Legado Brut CharmatEspumante Gran Legado Brut Charmat – Brasileiro, esse espumante é fácil de beber e possui deliciosa acidez, que limpa o paladar quando há misturas de diferentes tipos de tira-gostos.
Natana Cuvée Rouge 2013Natana Cuvée Rouge 2013 – Tinto versátil da África do Sul que apresenta notas frutadas, de leve a médio corpo e acidez agradável. A breve passagem por carvalho garante equilíbrio e sedosidade para momentos descontraídos.
Meu cunhado trouxe a carne vermelha para o churrasco de domingo e o vinho é por minha conta
Nessas ocasiões, harmonizar é importante para a carne vermelha não atropelar o vinho. E aí os tintos com bom corpo e taninos mais em evidência entram em cena!
Goulart M The Marshall Reserva Malbec Single Vineyard 2011Goulart M The Marshall Reserva Malbec Single Vineyard 2011 – Os taninos marcantes da bebida  se ligam às proteínas da carne e deixam o conjunto muito mais saboroso e interessante. Harmonização clássica.
Viñedo de Los Vientos Tannat 2013 500 mlViñedo de Los Vientos Tannat 2013 – Com volume diferenciado (500ml), esse exemplar é um tradicional Tannat do Uruguai: encorpado, com taninos presentes e notas de frutas maduras. Combina muito com carne vermelha.
Preciso de dicas de vinho branco e espumante para ter em casa
Fantinel Prosecco Extra Dry DOCFantinel Prosecco Extra Dry DOC – Fácil de beber, tem boa acidez e notas cítricas. A classificação Extra Dry não chega a ser doce, mas por ter uma concentração maior de açúcar que o Brut, fica ainda mais fácil de beber.
Baron Philippe de Rothschild Reserva Chardonnay 2014Baron Philippe de Rothschild Reserva Chardonnay 2014 – Elaborado com a uva branca mais difundida no mundo, esse exemplar possui intensos aromas frutados e deliciosa presença no paladar.
Não tenho ideia de qual vinho servir essa noite
Nessas horas, os vinhos coringas são indispensáveis. Selecionei dois exemplares que não podem faltar na sua adega (inclusive na minha) e que vão cair como uma luva em diversos momentos.
Tenuta Sant'Antonio Scaia Rosso IGT Veneto 2013Tenuta Sant’Antonio Scaia Rosso IGT Veneto 2013 – Esse exemplar é produzido com a Corvina, a uva clássica na composição do blend do famoso Amarone. O vedante é a charmosa rolha de vidro, o vinolok.
Root: 1 Sauvignon Blanc 2014Root: 1 Sauvignon Blanc 2014 – Apresenta um lindíssimo rótulo e, o vinho, ao entrar na taça, mostra notas frutadas, minerais e leve herbáceo. No paladar, é leve e possui agradável intensidade.


                                                        PESQUISA E PUBLICAÇÃO : WEVERTON GALEASE
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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Por dudu oliva


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quinta-feira, 16 de junho de 2016

João Paulo Mesquita Simões



AICEP - Notícia
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terça-feira, 14 de junho de 2016

  Sim, meus caros, jamais o Chile deixará nosso tradicional 'Roteiro do Vinho', dessa vez, nos honra com a presença do eleito melhor vinho tinto do mundo em 2016, La Moneda Reserva Malbec 2015.
  
  Sem mais nem menos, um vinho considerado barato pelos chilenos, competiu com 16 mil vinhos de todo o planeta, e venceu, cerca de 240 especialistas participaram de degustações a cegas, no Decanter World Wine Awards, Grã-Bretanha.
  
  O La Moneda é exclusivamente importado às terras da Rainha, pela Asda, a segunda maior rede de supermercados na Grã-Bretanha, que faz parte do grupo Wal-Mart. Por lá o vinho custa cerca de 4 libras, elogiado por muitos, o vinho embora barato, tem marcado presença em todas as adegas britânicas. Dos 16 mil vinhos em competição, o La Moneda competiu com outros 600 vinhos chilenos.

 La Moneda Reserva Malbec (2015) tem sua uva Malbec cultiva no Vale Central, que é uma das mais importantes regiões produtoras de vinhos na América do Sul. 

 Este chileno tinto, contém 13% de teor alcoólico, um vinho que acompanha especialmente pratos vegetarianos, a cor púrpura intensa com tons de violeta combina com esta ocasião.

                                PUBLICADO POR : Weverton Galease
                                                                           'Roteiro do Vinho' é uma marca licenciada
                                                                           Agradecimento : Gustavo do Carmo 
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segunda-feira, 13 de junho de 2016


Conto de Gustavo do Carmo
       
Quando a beijei pela primeira vez eu estava de olhos fechados. Abri meus olhos e não consegui ver seu rosto. Só um vulto marrom. Pelo menos seu corpo era magro.

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Por dudu oliva


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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Em 1 de Julho de 1853 foram colocados à venda os primeiros selos de correio portugueses. Tratava-se dos selos de 5 e 25 reis, com o busto, em perfil, da monarca, D. Maria II, num cunho aberto por Francisco de Borja Freire. O selo de 100 réis foi posto à venda no dia 2 e o de 50 réis só no dia 22 do mesmo mês e ano.

Portugal tornava-se, assim, no 45.º Estado a adoptar uma reforma postal concebida à semelhança da que tinha sido implementada por Sir Rowland Hill, 13 anos antes, na Grã-Bretanha, ao introduzir, a 6 de Maio de 1840, os primeiros selos postais em circulação no Mundo.

A principal reforma consistia no prévio pagamento de um serviço que era encomendado aos correios. Acabava assim a prática de ser o destinatário a pagar um serviço encomendado por outro. A taxa de serviço era igual para todo o país, variando apenas em função do seu peso ou da sua qualidade (impressos, manuscritos, cartas particulares, amostras de fazenda, etc.).

Esse pedaço de papel, com a indicação da franquia paga pelo serviço a prestar, era já, então, coleccionado por todo o mundo. Uma nova colecção – a filatelia – começava então, para continuar ainda nos dias de hoje, tornando-se, por ventura, numa das mais antigas e populares actividades lúdicas.

Depressa se tornou impossível a colecção sistemática de todos os selos de um país, quanto mais do mundo. Os chamados selos “clássicos”, grosso modo os que circularam no século XIX, tornaram-se objecto de grande raridade.

Algumas administrações postais, a fim de satisfazerem o capricho de um monarca estrangeiro que desejava ter a sua colecção dos selos completa, mandavam reimprimir as séries que já tinham sido retiradas de circulação e que se tinham esgotado, dando assim origem a novas variedades e novas colecções.


In: http://portugaldeantigamente.blogs.sapo.pt/os-primeiros-selos-de-correio-13908



  
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Microcontos de Gustavo do Carmo



Preliminares
Eliminou o namorado nas preliminares depois que ele a jogou para escanteio por causa da Copa do Mundo.


Ao vivo
Era uma namorada ao vivo. Jornalista, tornou-se um doloroso flashback quando foi transferida para São Paulo.

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sábado, 4 de junho de 2016


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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Por dudu oliva




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quinta-feira, 2 de junho de 2016

 -Você, já ouviu falar em Zinfandel? Se sim, deixe nos comentários.

 Vou aqui apresentá-los a uva Zinfandel, que assim como a Malbec se tornou uma uva icônica da Argentina, a Carmenère no Chile, nos Estados Unidos a apoderada é a Zinfandel, mais conhecida como Zin, para os mais íntimos.


Originária da Europa, conhecida como Primitivo no sul da Itália. Ela tem nos terrenos americanos quase 90% da área plantada no mundo. Sendo produzida para vinhos tintos e também para os brancos,”white Zinfandel”.
Os brancos na verdade tem aparência rosada como um salmão, é bastante interessante assim como nos tintos que levam uma coloração vermelha rubi escura.
É uma uva que gosta do calor, atingindo alto teor alcoólico mas com bastante equilíbrio.
Seus aromas são bastante frutados com presença de morango, cereja, amora e framboesa. Aromas de especiarias e pimenta, também são normais nesta cepa.
Seu paladar é ótimo com a acidez, médio corpo para encorpado e com taninos redondos e doces que geram vinhos para o dia a dia e alguns com bastante estrutura e complexidade. Normalmente são vinhos de média guarda, de 5 a 10 anos.
Alguns exemplos de ótimos produtores de Zinfandel:
– Seghesio
-Maple Vineyards
-Rafanelli
-Dry Creek
-Ridge
– Ravenswood

Exemplo de vinho da uva Zinfandel
Vinho Tinto CALIFORTUNE
A garrafa de 750ml custa no Brasil entre 90 e 120 reais.
Este rótulo é fabricado pela Maple Vineyards, já citado acima, o teor alcoólico chega no máximo aos 0,3%, o que faz com que este vinho chegue a ser um bom acompanhante de carnes bovinas, com apenas um ano de amadurecimento, o Califortune, fica doce e com um vermelho rubi intenso.

                                                          Uma Publicação de Weverton Galease
                                       *Roteiro do Vinho, marca licenciada autorizada
                                                           Agradecimento : Gustavo do Carmo
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João Paulo Mesquita Simões











Um pequeno parêntesis na Filatelia, para vos falar também da Numismática, outra forma de colecionismo a que me estou a dedicar.

Faço-o, porque estamos próximos da data de início dos Jogos Olímpicos "Brasil 2016", e não queria deixar passar a efeméride.

O texto abaixo, foi retirado da Imprensa Nacional Casa da Moeda.

A Casa da Moeda apresentou há dias as novas e especiais moedas de dois euros. No total de nove novas moedas, duas delas correntes e as restantes somente de coleccionador, a homenagem a várias figuras nacionais e a lembrança da participação portuguesa nos próximos Jogos Olímpicos são assinaláveis. 
 
A moeda de dois euros dedicada aos Jogos Olímpicos e ao Fado tem a assinatura de Joana Vasconcelos, tendo sido feitas apenas 650 mil exemplares. Já o escultor José Aurélio ficou com a responsabilidade de assinalar os 50 anos da Ponte 25 de Abril na outra moeda que andará a circular daqui a umas semanas. As restantes moedas pertencem à colecção comemorativas e ficaram ao cargo do ilustrador André Carrilho, da designer letã Baiba Sime, do escultor Charters de Almeida, Rui Vasquez, José Viriato Bernardo, do escultor João Duarte e do escultor naturalista Luís Valadares.

No total esta operação que envolveu 4 milhões e 200 mil euros para cunhar um milhão e 700 mil moedas continuará a ser aposta em 2017, estando já prometida a homenagem também a pessoas vivas, como será o caso dos atletas Carlos Lopes e Rosa Mota, do arquiteto Siza Vieira e de Souto Moura. Inicia-se assim um novo ciclo de moedas comemorativas e de circulação que teve o seu início em 1914 com a alusão à Implantação da República em 1910. 







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